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quinta-feira, 1 de março de 2012

Campos de Concentração nos EUA e a construção de 500Mil caixões por parte da FEMA

Campos de concentração estão sendo construidos em diversos pontos nos EUA, porém vazios, milhares de caixotes de plástico poderiam ser preparados como caixão para humanos. Ninguém sabe e a FEMA nao divulga os motivos para tais campos de detenção. Isso parece o início de um holocausto que está para nascer
O ex-governador Jesse Ventura e sua equipe do seriado Teoria da Conspiração escancararam completamente os campos da FEMA em um surpreendente episódio da segunda temporada do programa na TruTV, transmitido nesta sexta-feira, 13 de novembro. O episódio “Estado Policial“, prova de uma vez por todas que funcionários federais foram treinados para combater os cidadãos americanos, criaram planos contra tumultos e catástrofes e fizeram preparativos para manter a ordem a qualquer custo.
Este poderoso episódio é a maior e mais profundada investigação sobre os campos da FEMA até hoje. O radialista e cineasta Alex Jones retorna à série mais uma vez, enquanto a equipe leva você às instalações, confronta os legisladores que autorizaram os acampamentos da FEMA e detalha o estado policial tecnológicamente integrado em larga escala, que inclui Centros de Fusão, FEMA, o Departamento de Segurança Interna e muito mais.
Em um dos muitos reais e verificados campos da FEMA, Jesse Ventura e Alex Jones se aproximam de um “Centro Residencial” gerenciado pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, no Texas, onde encontram portas fechadas, cercas duplas e advertências contra fuga por todo o perímetro. Além disso dentro da instalação, eles testemunham um complexo de parques, com balanços e escorregas para crianças. A equipe vai até a porta da frente na tentativa de obter algumas respostas. Mas as autoridades se recusam a confirmar ou negar o objetivo da instalação, ou se cidadãos americanos estão sendo mantidos em seu interior. No entanto, prévias investigações nesta instalação revelam crianças e adultos estão sendo lá confinados, incluindo imigrantes, refugiados e cidadãos americanos.
Apesar de centenas de documentos do governo identificando os planos de emergência e contingência, incluindo planos para lidar com mortes em massa, insurreiçoes, internamento e quarentenas, Ventura e sua equipe encontram várias vezes desmentido escandaloso e evasão de funcionários em todos os níveis. Por anos, os principais meios de comunicação em massa têm evitado e minimizado estes planos (os quais podem ser facilmente confirmados) para os campos da FEMA e instalações do Departamento da Segurança Interna dos Estados Unidos. É claro que não se espera que isto seja um ponto principal para relações públicas, e não é nenhuma surpresa que os membros do Congresso, incluindo aqueles que escreveram o projeto de lei para criar os campos da FEMA nos EUA, são relutantes em discutir o assunto.
Enfrentando os políticos que criaram os Campos da FEMA:
Assim, Jesse Ventura, ex-prefeito e governador, vai até Washington para enfrentar duas importantes figuras por trás da R.H.645, o “Ato para Estabelecimento dos Centros de Emergência Nacional“. Apesar de passar por canais oficiais, Ventura viu Jim Gerlach (P-Pensilvânia) repetidamente se desviar das câmeras de TV e se recusar a responder perguntas sobre o RH 645.
Outro congressista que co-patrocinou o projeto de lei admite resolutamente que existem acampamentos do FEMA, mas racionaliza que foram postas em prática para lidar com “crianças felizes”. Esta confissão bizarra é outra confirmação de que o Congresso e a liderança em Washington estão fora de sintonia com as medidas opressivas que tenham sido autorizadas contra o povo americano.
Caixões da FEMA na Geórgia:
Mais tarde, Ventura e Jones visitam o sul dos EUA e descobrem o que parece ser acobertamento para mantê-los longe da verdade. Nas cercanias de Atlanta, Geórgia, está outro local confirmado da rede de preparação de desastres da FEMA . Eles fazem uma visita a uma instalação de armazenamento de milhares de caixões de plástico onde vários vídeos já haviam confirmados os caixões em grande número. Ventura e Jones descobrem durante sua chegada um comboio de caminhões saindo levando consigo as evidências, milhares e milhares de caixões os quais a instalação queria manter fora dos focos das câmeras e do conhecimento do público.
Vários locais filiados com a FEMA armazenando caixões de plástico, bem como planos para valas comuns e mortes em grande escala foram expostos previamente, incluindo fotografias enviadas por um ouvinte do site Infowars de uma instalação de Alabama em 2009, com milhares e milhares de forros caixão de plástico . Por que então os funcionários na Geórgia se engajaram em tal desespero e correram para esconder as evidencias?
Além disso, os planos já estão confirmados. DMORT (Time Operacional de Necrotério para Resposta a Desastres) e outras divisões da Segurança Interna tem toda uma estrutura de contingência para lidar com surtos e mortes em massa em tempos de pandemias, catástrofes naturais, atentados terroristas, emergência nacional ou outras catástrofes. Elementos desses planos estão em vigor no papel, e são coordenado pela FEMA em 10 regiões dos Estados Unidos e através do “Fusion Centers” (centros de fusão) que estão surgindo no âmbito Federal, Estadual e Local para espionar os cidadãos comuns.
Preocupado com o fato de que esses programas reconhecidamente monitoram ‘veteranos’ e pessoas que apoiem Ron Paul, Bob Barr e Chuck Baldwin (políticos que lutam com o Banco Central dos EUA (Federal Reserve) e o estado policial), o programa de TV contactou um porta-voz do Centro de Fusão para saber mais sobre o porquê destes estarem focando nos americanos comuns. O porta-voz Lance Clem disse ao programa que estes centros nacionais de coleta de inteligência não têm fiscalização. Clem admitiu de forma chocante: “Nós nos policiamos.”
Os produtores do programa disseram a Alex Jones nos bastidores que este episódio acabou sendo o mais emocionante da segunda temporada do programa. Ele não só enfrenta de cabeça a questão dos acampamentos da FEMA, mas descobre razões significantes para se preocupar com as ações do Departamento de Segurança Interna e outras agências. De local a local, ficou claro que os seus administradores estão nervosos para discutirem o que eles estão preparando, mas é evidente a partir de seus registros e documentos públicos que estão se preparando para algo grande.




segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

As 10 Melhores Curiosidades sobre o Beijo

1. Os romanos tinham 3 tipos de beijos:  o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.
2.  Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.
3. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar. No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem.
4.  Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.
5. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. A expressão foi criada por volta de 1920.
6. Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado “beijo de esquimó″, eles esfregam os narizes.
7. Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.
8.  Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.
9.  Por causa do chefe de polícia de Tóquio, que achava o ato de beijar sujo e indecoroso, foram apagados dos filmes norte-americanos mais de 243.840 metros de cenas de beijos.
10. Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Colin Hay, ex-vocalista do Men at Work, faz show em Joinville

Músico fala sobre o novo álbum e foge quando o assunto é a antiga banda.

 Imagine que você está tomando um bom café com sua mulher e seus colegas de trabalho enquanto alguém espera por você do lado de fora da confeitaria. Alguém que - você teme - te falará as mesmas frases e perguntará as mesmas coisas que você passou o dia escutando. E também ontem, e a semana passada, e os últimos 20 anos.

Foi com estas expectativas e este humor que o cantor australiano Colin Hay, 57 anos, saiu da confeitaria joinvilense Brothaus para me encontrar na segunda-feira à tarde, quando ele visitava a cidade para divulgar o show. No entanto, o roqueiro sabe: é tudo trabalho e ele não brinca em serviço. Mas brinca com as respostas, tentando fazer com que o entrevistado se coloque no lugar dele da mesma forma que tentamos colocar o leitor no início deste parágrafo.

Você ainda sai constantemente com as pessoas com quem trabalhava há 20 anos? Provavelmente não, e Colin também não. Por isso ele temia tanto as perguntas que escutaria no pátio da confeitaria joinvilense. O ex-vocalista do grupo Men at Work já não suporta mais ouvir perguntas sobre a banda que fundou em 1978 ao lado de John Rees, Greg Ham, Jon Strykert e Jerry Speiser e que teve fim em 1985.

Depois de dois álbuns de sucesso, que os elevaram à posição de uma das bandas com mais hits nos anos 80, o terceiro disco foi um fracasso. Duas reuniões, uma em 1996 entre Colin e o saxofonista Greg Ham - quando fizeram turnê pelo Brasil e gravaram o CD "Brazil" -; e uma apresentação do grupo inteiro no fechamento das Olimpíadas de Sydney no ano 2000, foram os últimos suspiros do grupo, mas ainda assim a sombra do Men at Work insiste em perseguí-lo. 

 Para ele, seria bem melhor fazer shows acústicos para plateias pequenas que querem escutar suas músicas - ele tem 11 álbuns lançados em carreira solo - do que continuar tocando as canções do Men at Work que o público ainda pede. Na turnê brasileira, que começou no Paraná na terça-feira, passou por São Paulo e Rio de Janeiro e agora chega a Santa Catarina, com apresentações em Joinville e Rio do Sul, a maioria das músicas do repertório ainda serão os sucessos do grupo oitentista, como "Down Under", "Who Can It Be Now?" e "Overkill".....

 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

VOÇÊ SABE A ORIGEM DO MACARRÃO?

A História do Macarrão
Sabe-se que o macarrão começou a ser preparado logo que o homem descobriu que podia moer alguns cereais, misturar com água e obter uma pasta cozida ou assada. É difícil dizer onde e quando isso aconteceu.
Muitos foram os momentos que o macarrão esteve presente na alimentação humana e até os historiadores têm opiniões distintas entre si. A história do macarrão se confunde com alguns fatos históricos que nos mostram a trajetória deste apreciado produto ao longo dos séculos.
Textos de civilizações antigas relatam que os assírios e babilônios por volta de 2.500 a.C. já conheciam um produto cozido à base de cereais e água. A primeira referência, e mais próxima ao Ocidente, do macarrão cozido está no Talmude de Jerusalém. O livro que traz as leis judaicas do Século V a.C.
Em Roma, no Século VII a.C. comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada pultes. Com legumes e carne era chamada de puls púnica. Com queijo fresco e mel, puls Julia.
O macarrão teria chegado a Veneza em 1295 pelas mãos de Marco Pólo, que acabará de voltar da China, onde passou 17 anos. Em sua bagagem, entre outras novidades, veio a receita de um prato feito com uma farinha extraída de arbusto de sagu que, depois de cozida era cortada e seca.
Entretanto na Itália, em 1279, já havia sido registrado um nome associado às massas. Em um inventário de um soldado genovês de nome Ponzio Bastione, este deixava a família, uma "cesta de massas", utilizando a palavra "macaronis" para descrever o item.
A palavra seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, que significa achatar que, por sua vez, vem do grego: "makar", que quer dizer sagrado. O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.
A versão mais aceita pelos historiadores faz referência aos árabes como os pais do macarrão, levando-o à Sicilia no Século IX, quando conquistaram a maior ilha italiana. Os árabes chamavam o macarrão de itrjia. Era uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias pelo deserto. Nesta época, a Sicilia tornou-se o centro mais importante do comércio e exportação de macarrão.
Apesar das confusões, uma coisa é certa: a partir do Século XIII, os italianos foram os maiores difusores e consumidores do macarrão por todo o Mundo. Tanto é que inventaram mais de 500 variedades de tipos e formatos. Nesta época os italianos incorporaram ao macarrão um ingrediente nobre: a farinha de grano duro, que permite o cozimento correto, além de propiciar a mastigabilidade ideal.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A RIQUEZA QUE TEM A NOSSA ABOBORA

Este fruto da aboboreira tem a sua origem na América Central, onde sementes de frutos relacionados— como o pepino, a melancia e o melão— foram encontradas e datadas de 7000 a 5500 a. C.. Também para os Ameríndios a abóbora (Cucurbita pepo) era um dos principais constituintes alimentares, sendo consumidas fatias assadas na fogueira e urdidos tapetes com tiras secas.

Baixa em calorias (95% da sua composição é água) e rica em ferro, cálcio, fósforo, potássio, magnésio, zinco, fibra, riboflavina e vitaminas A, C, E e complexo B, a abóbora em fruto, pevides e óleo insaturado oferece também pigmentos carotenóides, tais como alfacaroteno, betacaroteno (uma chávena de abóbora contém 7,8 miligramas) e luteína. O consumo de carotenóides protege o organismo de doenças crónicas (cardíacas e cancerosas) e previne problemas de visão. Segundo o dr. Steven G. Pratt, a abóbora «está repleta de fitonutrientes que mantêm a pele jovem ajudam a impedir os malefícios da luz solar.».
Já recomendado amplamente por Hipócrates, este fruto também é indicado como bom meio diurético e as pevides maduras (verdadeiras sementes) contêm propriedades vermífugas (pepo‑resina e um óleo fixo) que diminuem a capacidade de adesão da cabeça da ténia ao intestino. A polpa é também indicada para as doenças dos rins e do coração que são acompanhadas de hidropisia. Todas as variedades de abóbora são também laxantes e depuradoras de tóxicos intestinais que elevam a pressão arterial. São sempre recomendáveis na tendência para a prisão de ventre e nas hemorróidas.
Como escolher uma abóbora?
A casca deve estar lisa e não ter manchas. Se se comprar em pedaços, deve escolher-se os que têm um aspecto fresco, sem manchas acastanhadas à volta das pevides.

Como conservar uma abóbora?
Uma abóbora inteira conserva-se por cerca de dois meses após a colheita a temperatura ambiente, em local arejado e seco, sempre com o pé.
Para congelar, deve cortar-se a abóbora em cubos ou fatias. Se se destinar a sopa pode ser congelada crua; de outro modo, entalir em água a ferver durante 3 minutos ou em microondas por 4 minutos e acondicionar num saco de congelação depois de fria. A abóbora também pode ser congelada em forma de puré.

Como cozinhar uma abóbora?
As pevides podem ser torradas com sal em forno quente por cerca de 40 minutos, depois de bem lavadas e secas com um pano. Podem ser consumidas como aperitivo ou para polvilhar pratos de massa e tartes.
Também as flores esmagadas e em sumo têm usos dermatológicos e digestivos.
A polpa sumarenta, digestiva e dourada da abóbora é nutritiva, saborosa, sã e versátil, podendo ser usada em purés, recheios, pães, bolos, pudins, doces, cozidos, guisados, sopas, saladas de frutas ou salada com pepinos e maçãs, mista de batatas, alface, chicória fresca ou salsa. Deve empregar-se na preparação de quase todas as marmeladas, especialmente na de ameixas, para variar o sabor e dobrar a quantidade, o que se torna um benefício na economia doméstica.
Assar: lavar, cortar o topo, cortar às fatias, raspar as pevides e fios com uma colher e cortar em pedaços. Forrar uma assadeira com papel de alumínio, acrescentar água, tapar com papel de alumínio e assar até ficar tenra (40 minutos). Pode ser untada com azeite, polvilhada com açúcar mascavado e especiarias.


Cozer: o sabor da abóbora cozida fica diluído. Colocar pedaços de abóbora descascada em água a ferver durante 8 a 12 minutos.

No microondas: num prato baixo colocar pedaços de abóbora, tapar e cozinhar durante 8 minutos.
Saltear: picada ou aos pedaços, a abóbora pode ser salteada em caldo de legumes e/ou azeite durante 8 a 15 minutos.
A vapor: cozinhar os pedaços em casca durante 15 a 20 minutos.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

UM GRANDE HOMEM (POR ARNALDO JABOR)


UM GRANDE HOMEM

Nós homens nos caracterizamos por ser o sexo forte, embora muitas vezes caiamos por debilidade.
Um dia, minha irmã chorava em sua casa..
Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza.
Escutei-os conversando por horas, mas houve uma frase tão especial que meu pai disse naquela tarde, que até o dia de hoje ainda me recordo a cada manhã e que me enche de força.
Meu pai acariciou o rosto dela e disse:
“Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem e nunca mais voltará a chorar”.
Perguntei-me tantas vezes, qual era a fórmula exata para chegar a ser esse grandehomem e não deixar-me vencer pelas coisas pequenas..
Com o passar dos anos, descobri que se tão somente todos nós homens lutássemos por ser grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração,
O mundo seria completamente diferente!
Aprendi que um Grande Homem… não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.
Meu pai lhe dizia:
“Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você… Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.
Não creia nas palavras de um homem quando seus atos dizem o oposto.
Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor.. . Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia..
Foge de um homem enfermo espiritual e emocionalmente, é como um câncer, matará tudo o que há em voce
( emocional, mental, física, social e economicamente)
“Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não queira lhe dar amor.
Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.
Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.
Não se enamore de um homem que ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em umproblema a resolver e não em algo para desfrutar”.
Não se apaixone por um homem que demonstre frieza, insensibilidade, falta de atenção com você, corra léguas dele.
“Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenche-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades”.
Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais “ útil ”? …
Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?
Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em voce, a verdadeira beleza… a do coração?
Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?
Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, nem muito menos o mais bonito.
Um grande homem, é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu CORAÇÃO sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.
Um grande homem é o que cai e tem a suficiente força para levantar-se e seguir lutando…
Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou, não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito.
Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar… É QUEM NO LUGAR DE LÁGRIMAS LHE ROUBOU SORRISOS…
Sorrisos por tudo que viveram e conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos 3 filhos que preenchem suas vidas.
Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca…
Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos.
Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e NADA NEM NINGUÉM NOS PODERÁ VENCER!
Envio esta mensagem aos meus AMIGOS “HOMENS”, para que lhes toque o coração e tratem de fazer crescer esse GRANDE homem que vive dentro deles.
E às minhas amigas “mulheres” para que SAIBAM ESCOLHER ESSEGRANDE HOMEM QUE DEUS TEM PARA ELAS

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A HISTORIA DO FERRO DE PASSAR ROUPA


A história do ferro de passar ou engomar começa há muito tempo. Desde o século IV já existiam formas de alisar roupas. Os chineses foram os primeiros a utilizar uma panela de latão com brasa e a manuseavam por um cabo comprido para obter o efeito desejado. Nos séculos seguintes, madeira, vidro ou mármore eram os materiais mais comuns dos alisadores criados no Ocidente. Eles eram utilizados a frio, uma vez que até o século XV as roupas eram engomadas, o que impossibilitava o trabalho a quente.
No entanto, o ferro de passar propriamente dito tem suas primeiras referências a partir do século XVII, com o ferro a brasa. Somente no século XIX surgiram outras modalidades como o ferro de lavadeira, a água quente, a gás e a álcool.
A evolução do produto culminou em 1882, com a patente do ferro de passar elétrico, feita pelo americano Henry W. Seely e, somente em 1926, surgiria o primeiro ferro a vapor. No Brasil, os primeiros ferros de passar foram importados e sua nacionalização ocorreu durante os anos 50.