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sábado, 24 de março de 2012

Aspirina e Doença cardiovascular interessante


Neste artigo:
A aspirina é derivada de uma planta e é usada como antitérmico desde a antiguidade. Trata-se de um medicamento antiinflamatório que tem também ação de aliviar a dor. Além disso, a aspirina tem um benefício muito grande no tratamento e na prevenção das doenças cardiovasculares, as quais incluem o infarto agudo do miocárdio, o acidente vascular encefálico (ou "derrame") e os problemas de circulação dos membros. Porém, essas ações da aspirina só foram descobertas nas últimas décadas.
As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte no Brasil, o que demonstra sua importância. Os estudos médicos já realizados demonstram os benefícios da aspirina para praticamente todos os indivíduos que apresentam essas doenças, e também para aqueles que ainda não apresentam sintomas, mas são de risco aumentado. No entanto, como todo medicamento a aspirina está associada a efeitos colaterais, e antes que seu uso seja iniciado é importante conversar com seu médico para avaliar adequadamente os benefícios e os riscos de seu uso.
Os efeitos da aspirina variam de acordo com a dose que o indivíduo utiliza. Em altas doses, ela apresenta um efeito antiinflamatório importante; em doses um pouco menores, funciona como analgésico. Uma ação muito importante da aspirina é a inibição da agregação das plaquetas, ou seja, ela diminui a formação de trombos (que causam a trombose). Esse último efeito é essencial no que diz respeito às doenças cardiovasculares, porque nelas as plaquetas se agrupam nas artérias que estão estreitadas, o que faz com que o fluxo de sangue pare e cause, por exemplo, o infarto do miocárdio.
Essa interrupção do fluxo de sangue pode ocorre também nas artérias que levam sangue para o cérebro. Quando a interrupção é por pouco tempo, ocorre o que chamamos de "Ataque Isquêmico Transitório" (o que algumas pessoas chamam de "princípio de derrame"). Se a parada do fluxo dura mais tempo, ocorre o acidente vascular encefálico isquêmico (popularmente conhecido como "derrame").
  • A aspirina ajuda a prevenir ataques cardíacos e acidentes vasculares encefálicos;
  • Durante a ocorrência de um ataque cardíaco, o uso da aspirina ajuda a salvar a vida do paciente.
  • A aspirina tem benefícios quando usada em pacientes que apresentam um quadro de acidente vascular encefálico isquêmico, inclusive ajudando a prevenir outros episódios.
  • Nas pessoas que já são portadores de alguma doença cardiovascular, a aspirina ajuda a prevenir a ocorrência de um primeiro ataque cardíaco ou derrame.
Os efeitos colaterais associados ao uso da aspirina dividem-se basicamente em dois grupos:
1) Desconforto gastrintestinal
Os efeitos colaterais desse grupo ocorrem em aproximadamente 4% dos indivíduos que utilizam doses baixas de aspirina regularmente. Os sintomas são compostos por náuseas, vômitos, azia e desconforto na região do estômago, ocorrência de úlceras pépticas. As úlceras são bem menos comuns, mas podem desenvolver-se após o uso a longo prazo.
O risco de úlceras associadas ao uso de aspirina é maior nos seguintes casos:
  • Pacientes idosos (>60 anos);
  • Uso de altas doses de aspirina;
  • História de complicações gastrintestinais associadas à aspirina ou outros antiinflamatórios;
  • Passado de úlcera péptica;
  • Uso concomitante de corticóides, anticoagulantes (como o Marevan®) ou outros antiinflamatórios.
Para prevenir esses efeitos colaterais, a aspirina deve sempre ser tomada após as refeições. Caso a pessoa já tenha tido problemas gastrintestinais com o uso de aspirina ou outro antiinflamatório, podem ser tomadas algumas providências, como: redução da dose; uso de uma formulação que não libera o medicamento no estômago, só quando chega ao intestino; uso de medicações que reduzem a acidez gástrica.
2) Sangramento
A aspirina aumenta o risco de sangramento, pois, como já comentamos, ela compromete a agregação das plaquetas. Esse processo é fundamental na formação do coágulo sanguíneo, responsável por conter o sangramento. Porém, esse sangramento não costuma causar problemas significativos.
Deve-se preocupar quando esse sangramento ocorre em locais como o sistema gastrintestinal (úlcera sangrante) ou no cérebro ("derrame" hemorrágico). Importante ressaltar que os efeitos da aspirina no risco de sangramento duram até uma semana depois da interrupção do seu uso, devendo ser interrompida entre 7 a 10 dias antes de uma cirurgia.
Vimos que os benefícios da aspirina, para os indivíduos portadores de doenças cardiovasculares, são muito claros. Porém, como já dito, é importante conversar com seu médico para que os pontos a favor e os pontos contra o uso da aspirina sejam devidamente pesados. O risco de efeitos colaterais é baixo e pode ser minimizado com medidas simples. Além disso, a aspirina é um medicamento de baixo custo, o que facilita o seu uso.

quinta-feira, 15 de março de 2012

28 FATOS INCRÍVEIS SOBRE O BEIJO


01. Os Hershey’s Kisses têm este nome porque a máquina que os fabrica parece beijar a esteira transportadora ao depositar o chocolate.
02. Metade das pessoas tem o seu primeiro beijo amoroso antes dos 14 anos de idade.
03. Os corpos das pessoas, enquanto ocorre o beijo, produzem substâncias 200 vezes mais poderosas do que a morfina em termos de efeito narcótico. É por isso que um casal pode sentir euforia ou êxtase durante um beijo.
04. Beijo de borboleta’ é o nome dado a uma espécie infantil de beijo onde se esfrega suavemente os cílios no nariz ou bochechas de outra pessoa, com o movimento da pálpebra.
05. O beijo de língua é chamado de “união de almas” na França. Comumente os franceses são atribuídos pela invenção deste tipo de beijo.
06. O prazer do beijo pode estar ligado ao fato do tato labial ser duzentas vezes mais sensível do que o tato nos dedos.
07. Uma mulher beija uma média de 80 homens antes de casar, de acordo com estatísticas estado-unidenses.
08. Estudos indicam que 66% das pessoas mantêm os olhos fechados enquanto beija. O restante sente prazer em observar a miríade de emoções no rosto do parceiro (a).
09. Nos tempos medievais os beijos eram levados a sério. Se um casal era pego “nos agarros” poderia ser forçado a casar.
10. Beijar em público não é bem visto no Japão, Taiwan, China e Coréias. Os beijos japoneses típicos são ‘beijocas’ para nós e parecem ter sido criados para censurar a ‘perda da moral’ do ocidente. Um casal japonês deve manter certa distância antes de se curvarem de ousar se curvar para encostarem os lábios por um segundo.
11. Em alguns locais ou certas ocasiões beijar é crime. Nos EUA, no estado de Indiana, é ilegal que um homem de bigode “beije habitualmente seres humanos”, na cidade de Hartford, Connecticut, é ilegal que um marido beije a esposa no domingo.
12. O beijo mais longo durou 31 horas e foi realizado para um programa de televisão chamado “Ricki Lake” em 2002, na cidade de New Jersey.
13. A palavra ‘ósculo’ é sinônimo de ‘beijo’ em português. A palavra é originada do latim ‘osculum’, que significa ‘boca pequena’, ou seja, o movimento feito com os lábios no momento do beijo.
14. Em algumas tribos africanas se presta homenagem ao chefe ao beijar o chão por onde ele passou.
15. Nos EUA os beijos nas bochechas só são dados por pessoas íntimas e não é o cumprimento padrão como no Brasil ou na Europa.
16. A etiqueta vitoriana exigia que o homem se curvasse para beijar a mão das damas.
17. Na Rússia, o maior sinal de reconhecimento era um beijo do Czar.
18. Os antigos romanos beijavam uns aos outros nos olhos ou na boca como cumprimento.
19. Os esquimós, polinésios e malásios esfregam os narizes ao invés de beijar.
20. Mas ao contrário da crença popular os esquimós não apenas esfregam os narizes uns contra os outros para mostrar afeto e amor. Assim que os narizes se encontram eles abre um pouco suas bocas. Em seguida eles inspiram profundamente e solta o ar pelo narizes, com os lábios cerrados. Depois de saborear os aromas uns dos outros, os parceiros pressionam o nariz contra as bochechas uns dos outros e ficam parados nessa posição por um ou dois minutos.
21. Uma pessoa comum passa 20.160 minutos (14 dias) da sua vida beijando.
22. Estima-se que os homens que beijam suas esposas ao se despedir, antes de sair de casa, vivem cinco anos mais e ganham salários maiores do que aqueles que apenas batem a porta. Os homens da última categoria também tendem a sofrer mais acidentes de trânsito.
23. Beijar apaixonadamente por 90 segundos eleva a pressão sanguínea e causa aceleramento cardíaco. Aumenta o nível de hormônios no sangue reduzindo a expectativa de vida em um minuto.
24. Beijar ajuda a prevenir contra cáries, pois aumenta a produção de saliva que colabora na limpeza da boca.
25. Quem beija troca saliva contendo diversas substâncias como gordura, sais minerais, proteínas, etc. A troca destas substâncias pode incentivar a produção de anticorpos pela sua relação com antígenos associados a diferentes doenças.
26. Um beijo romântico rápido queima entre uma e três calorias. Um beijo de boca aberta com contato de língua de curta duração pode queimar cinco calorias. Um beijo de um minuto pode gastar até 26 calorias. Isso é o dobro do gasto de uma corrida intensa, na subida.
27. Durante o ato do beijo você coloca 29 músculos faciais em movimento. Em outras palavras o beijo pode ser usado como exercício eficiente para prevenir o aparecimento de rugas.
28. Beijar ajudar a relaxar e a reduzir os efeitos do estresse.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Campos de Concentração nos EUA e a construção de 500Mil caixões por parte da FEMA

Campos de concentração estão sendo construidos em diversos pontos nos EUA, porém vazios, milhares de caixotes de plástico poderiam ser preparados como caixão para humanos. Ninguém sabe e a FEMA nao divulga os motivos para tais campos de detenção. Isso parece o início de um holocausto que está para nascer
O ex-governador Jesse Ventura e sua equipe do seriado Teoria da Conspiração escancararam completamente os campos da FEMA em um surpreendente episódio da segunda temporada do programa na TruTV, transmitido nesta sexta-feira, 13 de novembro. O episódio “Estado Policial“, prova de uma vez por todas que funcionários federais foram treinados para combater os cidadãos americanos, criaram planos contra tumultos e catástrofes e fizeram preparativos para manter a ordem a qualquer custo.
Este poderoso episódio é a maior e mais profundada investigação sobre os campos da FEMA até hoje. O radialista e cineasta Alex Jones retorna à série mais uma vez, enquanto a equipe leva você às instalações, confronta os legisladores que autorizaram os acampamentos da FEMA e detalha o estado policial tecnológicamente integrado em larga escala, que inclui Centros de Fusão, FEMA, o Departamento de Segurança Interna e muito mais.
Em um dos muitos reais e verificados campos da FEMA, Jesse Ventura e Alex Jones se aproximam de um “Centro Residencial” gerenciado pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, no Texas, onde encontram portas fechadas, cercas duplas e advertências contra fuga por todo o perímetro. Além disso dentro da instalação, eles testemunham um complexo de parques, com balanços e escorregas para crianças. A equipe vai até a porta da frente na tentativa de obter algumas respostas. Mas as autoridades se recusam a confirmar ou negar o objetivo da instalação, ou se cidadãos americanos estão sendo mantidos em seu interior. No entanto, prévias investigações nesta instalação revelam crianças e adultos estão sendo lá confinados, incluindo imigrantes, refugiados e cidadãos americanos.
Apesar de centenas de documentos do governo identificando os planos de emergência e contingência, incluindo planos para lidar com mortes em massa, insurreiçoes, internamento e quarentenas, Ventura e sua equipe encontram várias vezes desmentido escandaloso e evasão de funcionários em todos os níveis. Por anos, os principais meios de comunicação em massa têm evitado e minimizado estes planos (os quais podem ser facilmente confirmados) para os campos da FEMA e instalações do Departamento da Segurança Interna dos Estados Unidos. É claro que não se espera que isto seja um ponto principal para relações públicas, e não é nenhuma surpresa que os membros do Congresso, incluindo aqueles que escreveram o projeto de lei para criar os campos da FEMA nos EUA, são relutantes em discutir o assunto.
Enfrentando os políticos que criaram os Campos da FEMA:
Assim, Jesse Ventura, ex-prefeito e governador, vai até Washington para enfrentar duas importantes figuras por trás da R.H.645, o “Ato para Estabelecimento dos Centros de Emergência Nacional“. Apesar de passar por canais oficiais, Ventura viu Jim Gerlach (P-Pensilvânia) repetidamente se desviar das câmeras de TV e se recusar a responder perguntas sobre o RH 645.
Outro congressista que co-patrocinou o projeto de lei admite resolutamente que existem acampamentos do FEMA, mas racionaliza que foram postas em prática para lidar com “crianças felizes”. Esta confissão bizarra é outra confirmação de que o Congresso e a liderança em Washington estão fora de sintonia com as medidas opressivas que tenham sido autorizadas contra o povo americano.
Caixões da FEMA na Geórgia:
Mais tarde, Ventura e Jones visitam o sul dos EUA e descobrem o que parece ser acobertamento para mantê-los longe da verdade. Nas cercanias de Atlanta, Geórgia, está outro local confirmado da rede de preparação de desastres da FEMA . Eles fazem uma visita a uma instalação de armazenamento de milhares de caixões de plástico onde vários vídeos já haviam confirmados os caixões em grande número. Ventura e Jones descobrem durante sua chegada um comboio de caminhões saindo levando consigo as evidências, milhares e milhares de caixões os quais a instalação queria manter fora dos focos das câmeras e do conhecimento do público.
Vários locais filiados com a FEMA armazenando caixões de plástico, bem como planos para valas comuns e mortes em grande escala foram expostos previamente, incluindo fotografias enviadas por um ouvinte do site Infowars de uma instalação de Alabama em 2009, com milhares e milhares de forros caixão de plástico . Por que então os funcionários na Geórgia se engajaram em tal desespero e correram para esconder as evidencias?
Além disso, os planos já estão confirmados. DMORT (Time Operacional de Necrotério para Resposta a Desastres) e outras divisões da Segurança Interna tem toda uma estrutura de contingência para lidar com surtos e mortes em massa em tempos de pandemias, catástrofes naturais, atentados terroristas, emergência nacional ou outras catástrofes. Elementos desses planos estão em vigor no papel, e são coordenado pela FEMA em 10 regiões dos Estados Unidos e através do “Fusion Centers” (centros de fusão) que estão surgindo no âmbito Federal, Estadual e Local para espionar os cidadãos comuns.
Preocupado com o fato de que esses programas reconhecidamente monitoram ‘veteranos’ e pessoas que apoiem Ron Paul, Bob Barr e Chuck Baldwin (políticos que lutam com o Banco Central dos EUA (Federal Reserve) e o estado policial), o programa de TV contactou um porta-voz do Centro de Fusão para saber mais sobre o porquê destes estarem focando nos americanos comuns. O porta-voz Lance Clem disse ao programa que estes centros nacionais de coleta de inteligência não têm fiscalização. Clem admitiu de forma chocante: “Nós nos policiamos.”
Os produtores do programa disseram a Alex Jones nos bastidores que este episódio acabou sendo o mais emocionante da segunda temporada do programa. Ele não só enfrenta de cabeça a questão dos acampamentos da FEMA, mas descobre razões significantes para se preocupar com as ações do Departamento de Segurança Interna e outras agências. De local a local, ficou claro que os seus administradores estão nervosos para discutirem o que eles estão preparando, mas é evidente a partir de seus registros e documentos públicos que estão se preparando para algo grande.




segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

As 10 Melhores Curiosidades sobre o Beijo

1. Os romanos tinham 3 tipos de beijos:  o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.
2.  Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.
3. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar. No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem.
4.  Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.
5. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. A expressão foi criada por volta de 1920.
6. Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado “beijo de esquimó″, eles esfregam os narizes.
7. Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.
8.  Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.
9.  Por causa do chefe de polícia de Tóquio, que achava o ato de beijar sujo e indecoroso, foram apagados dos filmes norte-americanos mais de 243.840 metros de cenas de beijos.
10. Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Colin Hay, ex-vocalista do Men at Work, faz show em Joinville

Músico fala sobre o novo álbum e foge quando o assunto é a antiga banda.

 Imagine que você está tomando um bom café com sua mulher e seus colegas de trabalho enquanto alguém espera por você do lado de fora da confeitaria. Alguém que - você teme - te falará as mesmas frases e perguntará as mesmas coisas que você passou o dia escutando. E também ontem, e a semana passada, e os últimos 20 anos.

Foi com estas expectativas e este humor que o cantor australiano Colin Hay, 57 anos, saiu da confeitaria joinvilense Brothaus para me encontrar na segunda-feira à tarde, quando ele visitava a cidade para divulgar o show. No entanto, o roqueiro sabe: é tudo trabalho e ele não brinca em serviço. Mas brinca com as respostas, tentando fazer com que o entrevistado se coloque no lugar dele da mesma forma que tentamos colocar o leitor no início deste parágrafo.

Você ainda sai constantemente com as pessoas com quem trabalhava há 20 anos? Provavelmente não, e Colin também não. Por isso ele temia tanto as perguntas que escutaria no pátio da confeitaria joinvilense. O ex-vocalista do grupo Men at Work já não suporta mais ouvir perguntas sobre a banda que fundou em 1978 ao lado de John Rees, Greg Ham, Jon Strykert e Jerry Speiser e que teve fim em 1985.

Depois de dois álbuns de sucesso, que os elevaram à posição de uma das bandas com mais hits nos anos 80, o terceiro disco foi um fracasso. Duas reuniões, uma em 1996 entre Colin e o saxofonista Greg Ham - quando fizeram turnê pelo Brasil e gravaram o CD "Brazil" -; e uma apresentação do grupo inteiro no fechamento das Olimpíadas de Sydney no ano 2000, foram os últimos suspiros do grupo, mas ainda assim a sombra do Men at Work insiste em perseguí-lo. 

 Para ele, seria bem melhor fazer shows acústicos para plateias pequenas que querem escutar suas músicas - ele tem 11 álbuns lançados em carreira solo - do que continuar tocando as canções do Men at Work que o público ainda pede. Na turnê brasileira, que começou no Paraná na terça-feira, passou por São Paulo e Rio de Janeiro e agora chega a Santa Catarina, com apresentações em Joinville e Rio do Sul, a maioria das músicas do repertório ainda serão os sucessos do grupo oitentista, como "Down Under", "Who Can It Be Now?" e "Overkill".....

 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

VOÇÊ SABE A ORIGEM DO MACARRÃO?

A História do Macarrão
Sabe-se que o macarrão começou a ser preparado logo que o homem descobriu que podia moer alguns cereais, misturar com água e obter uma pasta cozida ou assada. É difícil dizer onde e quando isso aconteceu.
Muitos foram os momentos que o macarrão esteve presente na alimentação humana e até os historiadores têm opiniões distintas entre si. A história do macarrão se confunde com alguns fatos históricos que nos mostram a trajetória deste apreciado produto ao longo dos séculos.
Textos de civilizações antigas relatam que os assírios e babilônios por volta de 2.500 a.C. já conheciam um produto cozido à base de cereais e água. A primeira referência, e mais próxima ao Ocidente, do macarrão cozido está no Talmude de Jerusalém. O livro que traz as leis judaicas do Século V a.C.
Em Roma, no Século VII a.C. comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada pultes. Com legumes e carne era chamada de puls púnica. Com queijo fresco e mel, puls Julia.
O macarrão teria chegado a Veneza em 1295 pelas mãos de Marco Pólo, que acabará de voltar da China, onde passou 17 anos. Em sua bagagem, entre outras novidades, veio a receita de um prato feito com uma farinha extraída de arbusto de sagu que, depois de cozida era cortada e seca.
Entretanto na Itália, em 1279, já havia sido registrado um nome associado às massas. Em um inventário de um soldado genovês de nome Ponzio Bastione, este deixava a família, uma "cesta de massas", utilizando a palavra "macaronis" para descrever o item.
A palavra seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, que significa achatar que, por sua vez, vem do grego: "makar", que quer dizer sagrado. O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.
A versão mais aceita pelos historiadores faz referência aos árabes como os pais do macarrão, levando-o à Sicilia no Século IX, quando conquistaram a maior ilha italiana. Os árabes chamavam o macarrão de itrjia. Era uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias pelo deserto. Nesta época, a Sicilia tornou-se o centro mais importante do comércio e exportação de macarrão.
Apesar das confusões, uma coisa é certa: a partir do Século XIII, os italianos foram os maiores difusores e consumidores do macarrão por todo o Mundo. Tanto é que inventaram mais de 500 variedades de tipos e formatos. Nesta época os italianos incorporaram ao macarrão um ingrediente nobre: a farinha de grano duro, que permite o cozimento correto, além de propiciar a mastigabilidade ideal.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A RIQUEZA QUE TEM A NOSSA ABOBORA

Este fruto da aboboreira tem a sua origem na América Central, onde sementes de frutos relacionados— como o pepino, a melancia e o melão— foram encontradas e datadas de 7000 a 5500 a. C.. Também para os Ameríndios a abóbora (Cucurbita pepo) era um dos principais constituintes alimentares, sendo consumidas fatias assadas na fogueira e urdidos tapetes com tiras secas.

Baixa em calorias (95% da sua composição é água) e rica em ferro, cálcio, fósforo, potássio, magnésio, zinco, fibra, riboflavina e vitaminas A, C, E e complexo B, a abóbora em fruto, pevides e óleo insaturado oferece também pigmentos carotenóides, tais como alfacaroteno, betacaroteno (uma chávena de abóbora contém 7,8 miligramas) e luteína. O consumo de carotenóides protege o organismo de doenças crónicas (cardíacas e cancerosas) e previne problemas de visão. Segundo o dr. Steven G. Pratt, a abóbora «está repleta de fitonutrientes que mantêm a pele jovem ajudam a impedir os malefícios da luz solar.».
Já recomendado amplamente por Hipócrates, este fruto também é indicado como bom meio diurético e as pevides maduras (verdadeiras sementes) contêm propriedades vermífugas (pepo‑resina e um óleo fixo) que diminuem a capacidade de adesão da cabeça da ténia ao intestino. A polpa é também indicada para as doenças dos rins e do coração que são acompanhadas de hidropisia. Todas as variedades de abóbora são também laxantes e depuradoras de tóxicos intestinais que elevam a pressão arterial. São sempre recomendáveis na tendência para a prisão de ventre e nas hemorróidas.
Como escolher uma abóbora?
A casca deve estar lisa e não ter manchas. Se se comprar em pedaços, deve escolher-se os que têm um aspecto fresco, sem manchas acastanhadas à volta das pevides.

Como conservar uma abóbora?
Uma abóbora inteira conserva-se por cerca de dois meses após a colheita a temperatura ambiente, em local arejado e seco, sempre com o pé.
Para congelar, deve cortar-se a abóbora em cubos ou fatias. Se se destinar a sopa pode ser congelada crua; de outro modo, entalir em água a ferver durante 3 minutos ou em microondas por 4 minutos e acondicionar num saco de congelação depois de fria. A abóbora também pode ser congelada em forma de puré.

Como cozinhar uma abóbora?
As pevides podem ser torradas com sal em forno quente por cerca de 40 minutos, depois de bem lavadas e secas com um pano. Podem ser consumidas como aperitivo ou para polvilhar pratos de massa e tartes.
Também as flores esmagadas e em sumo têm usos dermatológicos e digestivos.
A polpa sumarenta, digestiva e dourada da abóbora é nutritiva, saborosa, sã e versátil, podendo ser usada em purés, recheios, pães, bolos, pudins, doces, cozidos, guisados, sopas, saladas de frutas ou salada com pepinos e maçãs, mista de batatas, alface, chicória fresca ou salsa. Deve empregar-se na preparação de quase todas as marmeladas, especialmente na de ameixas, para variar o sabor e dobrar a quantidade, o que se torna um benefício na economia doméstica.
Assar: lavar, cortar o topo, cortar às fatias, raspar as pevides e fios com uma colher e cortar em pedaços. Forrar uma assadeira com papel de alumínio, acrescentar água, tapar com papel de alumínio e assar até ficar tenra (40 minutos). Pode ser untada com azeite, polvilhada com açúcar mascavado e especiarias.


Cozer: o sabor da abóbora cozida fica diluído. Colocar pedaços de abóbora descascada em água a ferver durante 8 a 12 minutos.

No microondas: num prato baixo colocar pedaços de abóbora, tapar e cozinhar durante 8 minutos.
Saltear: picada ou aos pedaços, a abóbora pode ser salteada em caldo de legumes e/ou azeite durante 8 a 15 minutos.
A vapor: cozinhar os pedaços em casca durante 15 a 20 minutos.